Por que os assassinos de Eliza têm que ser punidos exemplarmente


Rindo do que, palhaço?

Vou repetir.

Certos casos não admitem ressalvas. Ah, o Jack estripou as mulheres no Hyde Park porque elas eram vagabundas. Ah, aquele professor chinês matou as crianças a facadas porque estava estressado. Muitas provas para corrigir. Ah, o Hitler matou milhões de pessoas porque se sentia rejeitado como artista.

O drama de Eliza é uma dessas histórias. Não existe ressalva nenhuma.

Bruno, como vai ficando cada vez mais claro, fez todas as atrocidades que uma mente doente, amoral poderia fazer.

Foi covarde: um grupo de homens para bater até a morte numa mulher? Eles armados, ela desarmada?

Foi avarento e imprevidente e burro: conseguiu comprar uma camisinha barata, mesmo sendo um cara rico. Se uma gravidez poderia transtorná-lo dessa forma, por que ele não tomou os cuidados devidos? Poderia ter feito uma cirurgia barata para evitar filhos, aliás reversível.

Foi impudente ao imaginar que poderia sair numa boa de tudo isso, mesmo com tantas evidências contra ele. Que idéia horrível ele deve ter do Brasil para ter feito o que fez. Um país de banana em que pessoas privilegiadas como ele podem fazer qualquer coisa, inclusive assassinar friamente uma mulher que deu à luz há poucos meses um filho seu.  O gesto foi um insulto ao Brasil e a todos os brasileiros.

Foi calculista:  sequer passional foi o crime. Não matou por amor, mas por ódio.

Que a punição seja exemplar. Isso vai melhorar o Brasil. Mostrará a potenciais assassinos que é melhor pensarem bem antes de baixarem covardemente sua sanha sanguinária sobre pessoas indefesas, que num certo momento torcerão apenas para morrer o quanto antes diante de monstros que sequer coragem de enfrentar monstros como eles têm.

50 Respostas to “Por que os assassinos de Eliza têm que ser punidos exemplarmente”

  1. Nicky Says:

    Não tenho o que comentar, só que eu assino embaixo.

    =(

  2. Sônia Fiúza Says:

    Isso ai, Fábio. Vc falou tudo. Oremos para que absolutamente nada consiga ficar encoberto e que possa servir não apenas para as criaturas que vc menciona em seu artigo, mas também para todas as famílias envolvidas e as nossas.

  3. Daniel Says:

    Quando se bloqueia comentários apenas porque eles se confrontam com suas vuvuzelas (já que você não sabe fazer muito mais do que vuuuuuuuuuuuuuu em defesa de suas teses) fica fácil parecer superior.

    Vou dizer o que você gosta de ouvir desta vez, Fábio: ASSINO EMBAIXO, o Bruno deve ser punido com todo o rigor que a legislação brasileira permite (eu nunca disse o contrário).

    Parabéns pela sua sagacidade (esperteza) e sucesso!

    • Daniel Says:

      Desculpa.

      Agora entendi: os comentários não foram bloqueados por você, é que o filtro que impede a passagem de comentários contendo links está ativado. Mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa.

      • Fabio Hernandez Says:

        só retiro comentários pessoalmente insultuosos e impertinentes. debates de ideias, jamais, daniel, ainda que eu discorde inteiramente.

  4. Graça Says:

    AH !! Fabio Hernandez, agora sim…vc recuperou a sua objetividade e disse a que veio.

    Nao tem como questionar o que vc escreveu a acho que ninguem que participa do blog, NUNCA, sequer pensou em uma virgula a menos do que vc disse acerca da merecida puniçao do assassino.

    Parabens !!

  5. Rebeca Says:

    Eu estou pensando nesse caso e analisando que esse homem (Bruno) é um psicopata, o que ele fez tem requintes de crueldade grandes demais, mandar matar dessa maneira, esquertejar o corpo e dar pra cachorros comerem, parece coisa de filme de psicopata, e o fato de ele ter mandado fazer fica pior ainda, temos dois monstros da sociedade, o que mandou e o que excecutou, espero que a lei seja cumprida com rigor, e eles vejam que o Brasil não é tanta bagunça assim. Muito certo seu comentário Fabio…..

  6. john Says:

    Concordo com o q a Graça disse num post anterior sobre este tema:

    “Qualquer mulher percebe os sinais de violencia em um homem. Podem ser minimos, mas sao claros. Permanecer em uma situaçao de perigo é uma escolha que a mulher faz e que, em alguns casos, acaba em morte.”

    eu acredito que essa demonstraçao maxima de violencia, onde ocorre a morte, nao vem do nada. Normalmente a violencia inicia modesta, e o (a) abusado (a) vai deixando. Depois a violencia aumenta, e a permição tb. Depois aumenta mais, de leve, cada vez mais, até poder chegar à morte.. É até um padrao: se o corpo estiver com muitos traços de ataques e abusos, o ambiente tiver muito sangue, entao, isso significa que o assassino tinha muita intimidade com a vitima, e já vinha praticando, ou trocando, violencia com a vitima

    Antes de falar aki sobre falhas da partes (Eliza e Bruno), quero deixar claro que nao defendo que, por haver falha dela, entao a policia nao deveria fazer nada. É claro q diante de falha dela, q ela nao é uma coitada, e dele, q tb nao o é, a policia deveria, justamente, por essa falha bilateral, intervir para evitar esta morte. Nao é pq ela se relacionou com alguem que nao simportaria em matar, q ela mereceria a morte. mt pelo contrario: Nesse caso, ela mereceria uma proteção diferenciada. Q nao teve.

    Dito isto, a minha opiniao é que ele já vinha demonstrando este jeito agressivo de ser, e ela tolerava isso, até este jeito ir evoluindo de niveis, que chegou ao patamar da morte. Isso pode ser, nao digo q é, mas q poder ser, q ela seja até mesmo igual à ele. No sentido de ter achado este jeito violento dele normal, desde q ele demonstrada de forma sutil. É uma expeculaçao, mas uma pessoa q nao combina com esse jeito, nao iria se relacionar com uma pessoa assim. Outro motivo q me faz perceber isso, é q ela fala nele, nos videos, com mt desprezo, sem se importar, e usa palavras de humilhaçoes à ele, como por exemplo, quando ela diz, com desdém, q ele é um cara criado entre favelados e malandros, demonstrando q ela já deve ter nao apenas sofrido violencia dele, mas violentado ele, mas como ele é mais forte, ela perdeu pq é tanto fisicamente, como politicamente mais fraca (politicamente, no sentido de nao ter amigos ou amigas para ataca-lo), mas ela nao demonstrou, ao menos à mim, ser uma pessoa doce e articulada, como um ursinho carinhoso indefeso. Ela propria poderia ter evitado isso tudo, pois para chegar a tal nível de violencia, o agressor tem q ter muita intimidade para fazer isso com a vitima, e a vitima já nao vinha evitando muita violencia passada, demonstrando uma ponta de violencia por parte da vitima tambem.. Porem, isso nao ker dizer q ela mereceu, q a policia nao deveria fazer nada, pois como falei, é justamente por esta falta de capacidade da vitima de ter evitado, q deveria haver uma intervenção externa para evitar o avanço das violencias que já vinham existindo tanto da parte da vitima, como do agressor.

    Outro ponto que me chamou atenção, foi o ponto em q a Eliza fala sobre a sua realidade financeira. Ela era pobre (sem preconceito, haja vista q nao sou rico). Porem, ela nao fala dessa situaçao pobre dela como um problema infeliz dela, da familia dela, e q ela sempre viveu. Ela fala dessa situaçao dela como se ele fosse o responsavel. Ela diz: “eu fikei 2 horas no postinho de saude, pq nao tenho dinheiro para ter plano particular, ele nao me dá nada, ele nao ajuda em nada”. Ela transfere toda a responsabilidade da pobreza dela para ele, como se ele fosse o culpado dela ser pobre. Claro q ela usa o filho para fazer isso, mas ela sempre viveu naquela realidade, e ele nao tinha culpa disso, entao, claro q tb é uma violencia o q ela fez de usar o filho para dizer q agora ele é o responsavel pela situaçao infeliz dela. Eu considero sim aético o q ele fez, pois levou a pressao para um nivel desenfreado, e nao se importou com tirar a vida de uma pessoa para se ver livre de toda pressao, falta de esperança, e ter q ser responsavel pela situaçao infeliz de uma pessoa q ele nao se dava tao bem assim. Nao acho isso certo, mas apenas acho q a simpatia pela violencia nao foi apenas dele, pois ela tb fazia ameaças à ele. Era uma troca de violencias entre duas pessoas violentas, só q uma delas era mais fraca. Acho exagero dizer q o violento-mais-forte deve ser visto como um monstro diante do aético-e-violento-mais-fraco. Ambos eram agressivos, amorais e aéticos basta ver q ela tb o ameaçava, caso ele nao tirasse ela da derrota da vida (derrota no sentido de nao ter tido condiçoes de ter dinheiro, e nao no sentido de nao ter capacidade para ter), e nao assumisse o filho. E mais: ela o ameaçava, e se achava sempre certa, mesmo tendo um filho sem condiçoes de ter, haja vista q ela ficava horas num posto de saude publico, e ficava ameaçando ele para q ele a tirasse dessa situaçao. Essa falta de auto-critica dela, é um sinal muito forte de pessoa aética, pois pessoas assim sempre se acham certos, nao importam o q fazem. E o q ele fez tb demonstra uma aeticidade, já q ele a matou, e viu em tirar a vida de alguem como algo correto para se ver livre de pressões. É como diz um ditado: “diferente da razão, a loucura está sempre certa”. Para mim, ela nao era uma ursinha fofinha q, inocentemente, se viu nas garras de um monstro. Ambos se combinavam, por isso q chegaram a ter um filho numa relaçao q chegou a ter sincronia. É isso.. Para mim, ambas partes nessa historia tem sintomas de disturbios mentais.. Nao sou medico para fazer um laudo sobre isso… Mas basta analisar com calma a violencia praticada por Eliza, sendo q ela nao se ve como alguem prejudicando outra pessoa, e a violencia praticada por bruno… Sem duvida, ambos sao agressores…

    John.

    • Fabio Hernandez Says:

      já ouviu vuvuzela, john? vai um coro pra vc. vuuuuuuuuuuuuu

    • Daniel Says:

      Não se espante com este vuuuuuuuuuuuuuuuuuuu, John. O padrão argumentativo do Fabio é limitado a quase só isto aí mesmo.

      Em linhas gerais concordo com seu comentário, o ponto da cena no posto de saúde realmente é revelador e a melhor parte foi “Acho exagero dizer q o violento-mais-forte deve ser visto como um monstro diante do aético-e-violento-mais-fraco.”

      Toda violência parte do mais forte contra o mais fraco, mesmo que esta diferença de forças seja circunstancial, alegar que violências contra mulheres (mesmo mulheres golpistas) é pior que violências contra homens é nonsense.

      Se uma mulher mata um homem a facadas enquanto ele dorme isto também é violência do mais forte contra o mais fraco, se uma mulher atira pratos em um homem confiando no fato de que se ele reagir a justiça é mais pesada contra ele do que contra ela isto também é violência do mais forte contra o mais fraco.

      Eu costumo dizer que “dizer que um homem que bate numa mulher é mais covarde porque está batendo numa pessoa mais fraca não faz sentido, um homem que se envolve numa brigacom outro e apanha é mais fraco, se fosse mais forte bateria”. Se a covardia está definida pelo fato do mais forte bater no mais fraco então todo mundo que entra numa briga e a vence é covarde.

      É claro que não acho que atos de violências contra mulheres (mesmo mulheres golpistas) são legais, só acho que atos de violência contra seja lá quem for deveriam ser igualmente punidos. Aliás, caminhando neste sentido, parece que, pelo menos isso, o judiciário já está trabalhando para tornar a Lei Maria da Penha na prática uma lei simplesmente contra a violência doméstica e não uma lei contra a violência doméstica “contra as mulheres” como ela foi redigida originalmente.

      Eu ia passar os links mas lembrei que links são moderados então é só pesquisar “maria da penha” “violência contra homens” (as duas expressões juntas) no Google.

      Aliás, achei também um link interessante para uma pesquisa da Unifesp (Universidade Federal de SP), com apoio da Senad (Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas) que encontra (não sei qual foi a metodologia) que 14,6 das mulheres agridem fisicamente seus companheiros enquanto apenas 10,7 dos homens agridem suas moças. Isto porque são mais fracas.

      • Fabio Hernandez Says:

        daniel: vuuuuuuuuuuuu.
        vc desviou completamente a discussão.
        não estamos discutindo crimes genericamente. se liga. é o caso eliza, ok? um bando de homens que matou a mulher e deu o corpo para os cachorros. é essa a discussão.
        vc está se dispersando.

  7. john Says:

    Correções (desculpem os erros.. é q eu escrevi isso com sono ^^):

    Concordo com o q a Graça disse num post anterior sobre este tema:

    “Qualquer mulher percebe os sinais de violencia em um homem. Podem ser minimos, mas sao claros. Permanecer em uma situaçao de perigo é uma escolha que a mulher faz e que, em alguns casos, acaba em morte.”

    eu acredito que essa demonstraçao maxima de violencia, onde ocorre a morte, nao vem do nada. Normalmente a violencia inicia modesta, e o (a) abusado (a) vai deixando. Depois a violencia aumenta, e a permição tb. Depois aumenta mais, de leve, cada vez mais, até poder chegar à morte.. É até um padrao: se o corpo estiver com muitos traços de ataques e abusos, o ambiente tiver muito sangue, entao, isso significa que o assassino tinha muita intimidade com a vitima, e já vinha praticando, ou trocando, violencia com a vitima

    Antes de falar aki sobre falhas das partes (Eliza e Bruno), quero deixar claro que nao defendo que, por haver falha dela, entao a policia nao deveria fazer nada. É claro q diante de falha dela, q ela nao é uma coitada, e dele, q tb nao o é, a policia deveria, justamente, por essa falha bilateral, intervir para evitar esta morte. Nao é pq ela se relacionou com alguem que nao se importaria em matar, q ela mereceria a morte. mt pelo contrario: Nesse caso, ela mereceria uma proteção diferenciada. Q nao teve.

    Dito isto, a minha opiniao é que ele já vinha demonstrando este jeito agressivo de ser, e ela tolerava isso, até este jeito ir evoluindo de niveis, que chegou ao patamar da morte. Isso pode ser, nao digo q é, mas q poder ser, q ela seja até mesmo igual à ele. No sentido de ter achado este jeito violento dele normal, desde q ele demonstrada de forma sutil. É uma expeculaçao, mas uma pessoa q nao combina com esse jeito, nao iria se relacionar com uma pessoa assim. Outro motivo q me faz perceber isso, é q ela fala nele, nos videos, com mt desprezo, sem se importar, e usa palavras de humilhaçoes à ele, como por exemplo, quando ela diz, com desdém, q ele é um cara criado entre favelados e malandros, demonstrando q ela já deve ter nao apenas sofrido violencia dele, mas violentado ele, mas como ele é mais forte, ela perdeu pq é tanto fisicamente, como politicamente mais fraca (politicamente, no sentido de nao ter amigos ou amigas para ataca-lo), mas ela nao demonstrou, ao menos à mim, ser uma pessoa doce e articulada, como um ursinho carinhoso indefeso. Ela propria poderia ter evitado isso tudo, pois para chegar a tal nível de violencia, o agressor tem q ter muita intimidade para fazer isso com a vitima, e a vitima já nao vinha evitando muita violencia passada, demonstrando uma ponta de violencia por parte da vitima tambem.. Porem, isso nao ker dizer q ela mereceu, q a policia nao deveria fazer nada, pois como falei, é justamente por esta falta de capacidade da vitima de ter evitado, q deveria haver uma intervenção externa para evitar o avanço das violencias que já vinham existindo tanto da parte da vitima, como do agressor.

    Outro ponto que me chamou atenção, foi o ponto em q a Eliza fala sobre a sua realidade financeira. Ela era pobre (sem preconceito, haja vista q nao sou rico). Porem, ela nao fala dessa situaçao pobre dela como um problema infeliz dela, da familia dela, e q ela sempre viveu. Ela fala dessa situaçao dela como se ele fosse o responsavel. Ela diz: “eu fikei 2 horas no postinho de saude, pq nao tenho dinheiro para ter plano particular, ele nao me dá nada, ele nao ajuda em nada”. Ela transfere toda a responsabilidade da pobreza dela para ele, como se ele fosse o culpado dela ser pobre. Claro q ela usa o filho para fazer isso, mas ela sempre viveu naquela realidade, e ele nao tinha culpa disso, entao, claro q tb é uma violencia o q ela fez de usar o filho para dizer q agora ele é o responsavel pela situaçao infeliz dela. Eu considero sim aético o q ele fez, pois levou a pressao para um nivel desenfreado, e nao se importou com tirar a vida de uma pessoa para se ver livre de toda pressao, falta de esperança, e ter q ser responsavel pela situaçao infeliz de uma pessoa q ele nao se dava tao bem assim. Nao acho isso certo, mas apenas acho q a simpatia pela violencia nao foi apenas dele, pois ela tb fazia ameaças à ele. Era uma troca de violencias entre duas pessoas violentas, só q uma delas era mais fraca. Acho exagero dizer q o violento-mais-forte deve ser visto como um monstro diante do aético-e-violento-mais-fraco. Ambos eram agressivos, amorais e aéticos. Basta ver q ela tb o ameaçava, caso ele nao a tirasse da derrota da vida (derrota no sentido de nao ter tido condiçoes de ter dinheiro, e nao no sentido de nao ter capacidade para ter), e nao assumisse o filho. E mais: ela o ameaçava, e se achava sempre certa, mesmo tendo um filho sem condiçoes de ter, haja vista q ela ficava horas num posto de saude publico, e ficava o ameaçando para q ele a tirasse dessa situação. Essa falta de auto-critica dela, é um sinal muito forte de pessoa aética, pois pessoas assim sempre se acham certas, nao importando o q fazem (elas podem até matar, mas nao verão isto como algo errado, pelo contrario: verão motivos nisso para estarem sempre certas). E o q ele fez tb demonstra uma aeticidade, já q ele a matou, e viu em tirar a vida de alguem como algo correto para se ver livre de pressões. É como diz um ditado: “diferente da razão, a loucura está sempre certa”. Para mim, ela nao era uma ursinha fofinha q, inocentemente, se viu nas garras de um monstro. Ambos se combinavam, por isso q chegaram a ter um filho numa relaçao q chegou a ter sincronia. É isso.. Para mim, ambas partes nessa historia tem sintomas de disturbios mentais.. Nao sou medico para fazer um laudo sobre isso… Mas basta analisar com calma a violencia praticada por Eliza, sendo q ela nao se ve como alguem prejudicando outra pessoa; e por sua vez, a violencia praticada por bruno… Sem duvida, ambos sao agressores e vitimas simultaneamente…

    John.

  8. john Says:

    Pode ser até exagero a parte q eu falei q ele nao se importou em tirar a vida dela, diante das ameaças q ela fazia… Nao dá para dizer o q ele pensa sobre isso. E ela também foi com toda força para cima dele, exigindo plano de saude, q ele levasse ela e o filho pra casa dele, já q ela disse q nem onde morar ela tinha, q estava com uma amiga, e q se nao fosse a amiga, ela nao teria nada.. Ela nao tinha realmente condiçoes de ter o bebe. Teve com um cara q tinha condiçoes, mas nao vontade de ter. Passou a reclamar q ela nao tinha onde morar, nao tinha plano de saude.. Reclamar no sentido de falar q ela está nessa situaçao por culpa dele, q é uma vergonha para ele o fato dela estar numa situação q ela já estava antes dele a conhecer. E ela o humilha sem se ver como errada, e para resolver o proprio problema, da mesma forma q ele cometeu o homicidio para resolver o proprio problema. Nao entendo como tem gente q diz q ela foi a coitada, e ele o monstro, o personagem de pesadelo, o cara sombrio… Ela era o mesmo q ele, tao sonbria quanto ele, tao personagem de pesadelo quanto ele, tao monstra como ele.

  9. Marcelo Says:

    Estou chocado com esse caso, com tamanha crueldade, atrocidade,bárbarie…
    Estes Canalhas tem q pagar! Apodrecerem na cadeia!!!

  10. Graça Says:

    Fabio, vc esta sendo intransigente com a opiniao das pessoas.

    O que o Anarco, o John e o Daniel estao argumentando nao e absurdo e vc sabe disso.

    Eu entendo seu ponto. Vc quer uma discussao focada no Bruno, ok, mas e impossivel discutir sem abordar a vitima tambem.

    Ninguem em nenhum momento disse que a Eliza merecia morrer pelas opçoes que fez na vida. Ninguem disse isso !!

    Sabe qual a mensagem que vc esta me passando nesse momento? Que se vc admitir o historico de Maria Chuteira da Eliza, isto fai faze-la menos vitima. Nao vai. E nao se esqueça que quem a qualificou de Maria Chuteira no primeiro post, foi vc.

    E por favor, nao me venha com vuuuuuuuuuuuuu…

    • Fabio Hernandez Says:

      maria chuteira não é melhor nem pior que outras marias, graça.
      é uma maria que gosta de jogadores de futebol, assim como outras marias gostam de pianistas, ou golfistas, ou alpinistas etc etc.
      cada mc é uma mulher em si. pode ser boa, má, mais ou menos.
      assim como cada jogador é um homem em si. pode ser bom ou ruim, gentil ou cruel como este frangueiro assassino.

  11. Graça Says:

    Finalmente estamos falando a mesma linguagem, Fabio.

    Este cara e um frangueiro assassino. A pior especie de ser humano que possa existir, independente de ser um jogador de futebol e um homem…e um ser humano execravel !

    Tambem concordo com vc em relaçao as Maria Chuteiras, podem ser boas ou mas, como mulheres e seres humanos que sao.

    Particularmente acho perjorativo os termos, que vcs homens, rotulam a nos, mulheres. No caso da Eliza, nao podemos julga-la como boa ou ma, pois nao temos dados suficientes para isso.

    Pelo que se conhece de seu historico ate agora, a Eliza nao dava muito valor a ela propria, nem como mulher e nem como ser humano, entretanto, isso nao a faz merecedora do fim que teve.

    Me responda uma coisa, Fabio. Se o exame de DNA provasse que o filho nao e dele, ele continua sendo um cruel assassino, mas ela passaria a ser uma golpista, nao? E ainda assim continuaria a ser uma vitima…

    • Fabio Hernandez Says:

      se … qtos ‘ses’, graça, e sempre contra ela. por que ele não exigiu o teste de dna na hora certa, se tinha dúvida?
      que golpista daria um golpe tão fácil de desmontar com um simples exame?
      golpista age de maneira muito mais profissional.

      pelo pouco que se conhece de seu histórico, acho que tudo que dá para dizer é que era pobre, bonita e sonhadora. essas três coisas juntas são, infelizmente, um veneno para quase todas as mulheres.

      • Fabio Hernandez Says:

        os ‘ses’ são genéricos, não se referem especificamente a vc, graça.

  12. Graça Says:

    Fabio, eu nao estou dizendo que ela era uma golpista !! Entenda isso. Eu nao estou contra ela, entenda isso tambem.

    Eu nao estou condenando os atos da Eliza. Cada um e dono da sua vontade e ponto.

    Eu fiz uma suposiçao e vc desconfigurou, distorceu o que eu disse. E nao me venha dizer que sou contra moças pobres, bonitas e sonhadoras…vc me ofende com essa acusaçao.

    • Graça Says:

      Fabio, vou te dar uma sugestao. Va a um centro de apoio a mulheres que sofrem violencia. Vai ser muito instrutivo. La vc vai conhecer muitas mulheres pobres, bonitas e sonhadoras. Vou te contar de algumas que conheci.

      Conheci mulheres desfiguradas por socos, vi maxilares, dentes, braços e costelas quebradas. Vi mulheres que foram obrigadas a engolir a urina de um homem, porque e assim que ele sentia prazer. Vi uma jovem que teve uma garrafa na sua vagina e no seu anus. Nao vi as Elizas, sabe por que? Porque como ela, ja estavam debaixo da terra.

      Quando vc estiver atendendo a uma delas, lembre-se de segurar sua mao e olhar bem dentro dos seus olhos.

      Um dia alguem disse que elas, por serem bonitas e sonhadoras nao precisariam trabalhar, estudar e se esforçar. Afinal, poderiam encontrar um principe encantado que lhe daria tudo, nao e mesmo?

      Depois de vc conversar com uma delas e sentir toda a sua dor fisica e emocional, vc volta aqui e me acusa do que vc me acusou.

      • Fabio Hernandez Says:

        do que acusei, graça? tudo que fiz aqui foi defender a eliza de infâmias.

    • Fabio Hernandez Says:

      nem eu e nem vc e nem ninguém tem como condenar os atos da eliza. ela não está em julgamento. ela é vítima.

      • Graça Says:

        Fabio, me faça uma gentileza, releia o seu post e vc vai saber do que me acusou e depois me diga quais foram as infamias que eu disse contra essa moça. Por favor, eu quero saber…

      • Fabio Hernandez Says:

        foi genérica a minha colocação de que há muitos ‘ses’. não só vc, todo mundo. não tem ‘se’, não tem ‘mas’, graça. capisco agora?

      • Graça Says:

        No, non capisco, ma va bene !!

        Entao, vamos la…

        “A Eliza e vitima 1000000%, sem “ses” e sem “mas”, isto e absoluto e completamente incontestavel !!”

        Tutto bene per te, Fabio ?

      • Fabio Hernandez Says:

        sim. ela é vítima, um milhão de vezes vítima, sem ‘mas’, sem ‘ses’, graça.

      • Nina Says:

        Nossa, eu eu tendo a ousadia achando que ela foi inconsequente. MeNina má!!

        Agora, ressucitando um argumento do Anarco… interessante como não houve tal clamor blogueiro no caso dos Nardoni ou da Suzanne Richtofen.

        Vai ver e menininha atirada pela janela e os pais dorminhocos, esses sim, estavam completamente errados e nem mereceram uma linha.

        Mas Santa Eliza merece todo nosso clamor!!!!!!!

        Aliás, Santa Eliza e todas as outras histórias de assassinatos com histórico semelhante que passavam semanalmente em Linha Direta, lembram desse programa?

      • Fabio Hernandez Says:

        nina? vuuuuuuuuu.
        vc não tem como julgar a eliza se nunca falou com ela, se nunca a conheceu, se nunca pediu uma mão a ela numa hora de necessidade. se liga.
        vuuuu

      • Fabio Hernandez Says:

        nesse caso, melhor não ressuscitar argumento nenhum do anarco porque ela tá viajando o trajeto todo.

      • Gueixa Says:

        Esse é o ponto Nina…Ninguém questionou se Isabella provocou sua propria morte, por ser, talvez, mal criada ou não..
        Ninguém questionou com toda essa febre os pais de Suzane foram os criadores do monstro em que ela se tornou…
        Ou seja, ninguém legitimou tais crimes, como está se fazendo com a Elisa…
        É isso.

      • Fabio Hernandez Says:

        gueixa?clap, clap, clap

      • Nina Says:

        Não tenho o direito de julgar….. mas tenho de santificar?

        Interessante essa lógica…

      • Nina Says:

        Pera Gueixa…

        Pera Fábio…

        Eu começo a desconfiar que vcs estão julgando nossos argumentos para além do que estamos falando, de fato.

        Ninguém aqui está legitimando crime algum! Eliza é vítima? É sim! Mas Eliza tem um pouco mais de autonomia do que uma menina com menos de 10 anos… Não dá pra dizer que a menininha lá foi irresponsável em passar um final de semana com os pais..

        Vamos supor que o Nardoni batesse direto na menina e a ameaçasse de morte com certa frequência… E a mãe deixasse a menina com esse pai, sozinha… Nisso ele mata, de fato, a menina. A mãe é vítima? Sim. A menina tb? Sim. A mãe foi irresponsável? Sim. Legitima o crime? De jeito algum!

        Richtofen: várias discussões foram abertas sobre problemas familiares, o que fazer com adolescentes, se os pais fizeram algo errado, etc etc.. Inclusive o comportamento do irmão foi mto discutido.

        Meu único “pecado”, “julgamento”, infâmia” é defender que Eliza foi irresponsável. E isso não justifica crime algum.

      • Fabio Hernandez Says:

        por que vc fala tanto dela, nina? por que tantos “mas”, tantos “ses”? ela já morreu, caramba. vc fica parecendo catão. é feio isso. putz, o pai da anne frank foi irresponsável ao ir para a holanda e não para a suíça onde escaparia dos nazistas etc etc.
        vc não percebe que é o mesmo tipo de argumento sem sentido?

      • Gueixa Says:

        Então Nina, ninguém disse em nenhum momento que Isabella era mimada…que a mae dela a criou com excesso de zelo…E havia sim episódios de agressao à menina…Só não se discutiu isso pq não é motivo para o crime cometido.

      • Gueixa Says:

        Em tempo, o pai de Isabella era violento e a madrasta também. No entanto ninguem cobrou responsabilidade da mãe dela…sabe pq?
        Pq não justifica o crime….

      • Nina Says:

        Perfeito Gueixa!… mas… por um acaso eu estou justificando o crime?

        Dizer que a menina era mimada e a mãe talvez irresponsável, sei lá se era, é sinônimo de justificar o assassinato?

        Vou tentar resumir toooda a confusão: ninguém , NINGUÉM está dizendo que Eliza tem culpa por ser assassinada. Porque vcs insistem nesse argumento?

        Eu só acho problemático endeusar vítimas. Santificá-las. Não perceber possíveis erros das mesmas.

        Isso não significa então diminuir a barbárie.. já repeti isso inúmeras vezes, vcs parecem ignorar meus argumentos.

        Fábio, mais do que falar sobre ela, estou falando sobre argumentos. Sobre lógica dos argumentos. Sobre posturas e incoerências nas críticas. “Defendendo-me” das vuvuzeladas. E desistindo desse bom combate.

      • Fabio Hernandez Says:

        santificando? alguém disse que ela era santa, virgem, normalista, madre teresa? ninguém.
        era uma moça como todas as outras, inclusive você, nina.
        pelo que vi, desconfio que ela não implicaria TANTO com vc se a situação fosse invertida. ah, mas a nina isso, ah, mas a nina aquilo.

        isso é pequeno demais diante de uma tragédia dessas.

      • Graça Says:

        Fabio,

        Se de alguma forma eu o ofendi ou a algum colega, peço desculpas. Se de alguma forma minhas palavras pareceram desrespeitosas a memoria dessa moça, Eliza, eu me redimo e peço desculpas.

        Jamais me passou pela cabeça que ela nao fosse uma vitima…jamais.

        Fiquei exausta em tentar defender minhas ideias que foram mal interpretadas, fazendo parecer que eu nao me importava, que a condenava ou julgava, mas mesmo assim, peço desculpas por talvez nao ter me expressado da forma correta.

        Agradeço a oportunidade de ter estado aqui

      • Fabio Hernandez Says:

        sua presença enriquece os debates, graça.

      • Nina Says:

        Fábio: eu não estou implicando com Eliza. Dizer que ela foi irresponsável não é implicar TANTO como você fez questão de ressaltar. Eu não estou cheias de mas e ses no caso dela. Na verdade eu estou implicando com você, não com ela. Estou implicando com um jornalista que transformou uma opinião em um fato, distorceu informações e sai vuvuzelando frequententemente, sem muitos argumentos, aqueles que ousam discordar de você.

        Eu implico com a lógica confusa e falaciosa que diz que SE eu não aceito Eliza incondicionalmente, LOGO ela merecia ser assassinada. Eu implico com a impossibilidade de achar Eliza humana, tão demasiadamente humana, que errou e foi imprudente. Ela não merecia ser assassinada. Ninguém merece. Isso é tão óbvio que já está cansativo apertar na mesma tecla.

  13. john Says:

    graça, acredito q fh está apenas discutindo no campo de ideias, e nao kerendo ofender vc ou qlqr outra pessoa aki^^ acalma, relaxa. Passou^^

    haha e fh, essa vuvuzelada q levei aih foi de elogios diante de meus argumentos, né? Dizaih! =D hehehehe

    Mas concordo com vc sim^^ eu apenas fiz um comentario sincero sobre o q vi de ambas as partes. E nao kero dizer q a culpa e ataques da vitima devam ser usados para atenuar o homicidio do bruno. Uma coisa é dizer que Eliza tem um quinhão de culpa, outra coisa é dizer q este quinhão irá atenuar a pena do bruno. Nos meus comentarios, eu mostro lá o pq q eu acho q ela era bem semelhante à ele, demonstrava desprezo por ele, assim como ele demonstrou por ela. Era briga de gente sem sentimento um pelo outro, de gente bem parecida um com o outro. Porem, uma dessas pessoas, era mais fraca.

    • Fabio Hernandez Says:

      ela não tem quinhão nenhum de culpa, john. 100% da culpa é do canalha. 200%. num assassinato frio, covarde, calculado, o culpado é o assassino, não o assassinado. se liga.

  14. Anarcoplayba Says:

    Deus do céu… tudo isso só pra ter a palavra final e concordância geral?

    Ok, eu concordo com você FH, o crime do goleiro Bruno não admite ressalvas e ele tem que ser punido com todo o rigor da legislação brasileira.

    Concordo com isso e apenas com isso.

  15. john Says:

    acalma Anarco. Ninguem aki está brigando por um “vc está certo e eu errado”. Eu tb concordo com o FH sobre a nao utilização de atenuantes. Apenas acrescentei algo nisso. Nao é um porem. Pode ser considerado uma chamada de atenção para mulheres, ou pessoas em geral, tomarem cuidado com kem andam, com kem se relacionam. Pois, como eu disse no meu comentario: atuações maximas de violencia, q levam à morte, nao vem do nada. Elas começam com algo mais sutil, q vai sendo tolerado, e atingindo niveis maiores.

    • Anarcoplayba Says:

      Cara, eu adoraria ter continuado a conversa, mas por algum motivo que eu ainda não entendi fui descadastrado dos avisos de novos comentários.

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